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ARTIGOS

A REVEGETAÇÃO COMO ALTERNATIVA PARA A REVITALIZAÇÃO DE ÁREAS URBANAS DEGRADADAS: O caso do lixão de Andradina-SP.

Danielli Liberal Muniz

Resumo

O ARTIGO TRATA DA IMPORTÂNCIA DA REVEGETAÇÃO DO ANTIGO LIXÃO DE ANDRADINA-SP E NA CONSERVAÇÃO DO SOLO PARA OBTER A QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS QUE MORAM NA REGIÃO DO LIXÃO.

 

Palavras-chave: lixo urbano, lixão, revitalização, revegetação, qualidade de vida.

 

Introdução

 

A conservação do meio ambiente é fundamental para a sobrevivência do homem e deve ser de toda sociedade.

Em muitas regiões, o índice de conservação do solo já não é mais alcançado. Muitos rios, lagos e terrenos baldios tornaram-se depósitos de resíduos urbanos, os solos vêm sendo contaminados devido ao acúmulo irregular de resíduos em lixões inadequados. Os resíduos domésticos podem provocar o acúmulo de substâncias tóxicas às plantas e ao entrar na cadeia alimentar tornam-se perigosos aos animais e ao homem.

A sociedade moderna identifica-se com um modelo de desenvolvimento que gera um elevado padrão e consumo, associado ao crescimento populacional e ao processo de urbanização intenso e desordenado, resultando em problemas graves de saneamento básico, principalmente esgoto doméstico e lixo (BRAGA et al, 2002).

 Uma das formas de poluição do solo nas cidades é aquela devida à disposição de resíduos sólidos, domésticos, hospitalares e industriais. (DERISIO. 2000). Vários destinos podem ser dados à sua disposição final, todavia, o pior deles é o “lixão”, definido como local no qual se deposita o lixo, sem projeto ou cuidado com a saúde pública e ao meio ambiente, sem tratamento e sem qualquer critério de engenharia (BRAGA et al, 2002). Essa prática é a mais prejudicial ao homem e ao meio ambiente, sendo um dos principais problemas ambientais encontrado na cidade.

As alternativas tecnicamente mais corretas, mais comuns para a disposição e tratamento do lixo são os aterros sanitários, a compostagem e a incineração. (BRAGA, 2004).

 Segundo Fellenberg (1980, p.114), o procedimento mais antigo é a deposição ordenada do lixo em aterros sanitários elevados ou situada em depressões. Para tanto, procede-se da seguinte maneira: a base sobre a qual será organizado o depósito é impermeabilizada com argila, concreto, asfalto ou plástico, para impedir as infiltrações no solo. O lixo é então depositado até formar uma camada de espessura máxima de 2 metros. Os resíduos sólidos são a seguir fragmentados e compactados com auxílio de uma motoniveladora, cujos rolos compressores são munidos de dentes de aço. A camada de lixo é então recoberta por uma camada de 40 cm de espessura de escombros ou areia estéril. Segue nova camada de lixo, repetindo-se o procedimento anterior. As camadas inertes de areia ou escombros impedem um aquecimento excessivo do lixo e reprime a liberação de gases. Ainda assim não é possível evitar a exalação de cheiros desagradáveis pelos depósitos. Um depósito de lixo deveria sempre ser cercado por uma vegetação protetora que limitasse a propagação dos gases desprendidos. Quando o depósito de lixo atinge sua lotação máxima, toda a sua superfície é coberta por uma camada de argila ou terra, recebendo a seguir uma coberta de terra fértil. Esta é cultivada, para evitar fenômenos de erosão no depósito de lixo. Mesmo depósitos de lixo já desativado de acordo com a maneira descrita apresentam durante algum tempo uma temperatura superior à das regiões circundantes; por isto deve ser evitado o plantio de espécies sensíveis à temperatura.

Ainda de acordo com Fellenberg (1980, p.116), a compostagem do lixo torna mais barata por que é um processo biológico em que os microorganismos transformam a matéria orgânica, como estrume, folhas, papel e restos de comida, num material semelhante ao solo, a que se chama composto, e que pode ser utilizado como adubo. Obviamente, cinzas, plásticos, vidros e metais não são aproveitáveis neste processo. As vantagens deste processo é dar uma finalidade adequada para mais de 50% do lixo doméstico, ao mesmo tempo em que melhora a estrutura e aduba o solo, gera redução de herbicidas e pesticidas devido à presença de fungicidas naturais e microorganismos, e aumenta a retenção de água.

             O lixo acumulado a céu aberto, gera uma ameaça constante de epidemias e proliferação de insetos como: moscas, baratas e escorpiões, além da liberação de gases, a decomposição do lixo gera o chorume, líquido que contamina o solo e a água por composto orgânico e do mau cheiro que exala pela a redondeza.

Pela degradação que o lixão causa nas áreas de disposição do lixo, quando desativadas, encontram-se, invarialmente, degradadas e necessitam da elaboração de um projeto de recuperação do local.

Nesse aspecto, o objetivo deste trabalho é recuperar área do antigo lixão do município de Andradina-SP, que foi desativado em 2007, utilizando os seguintes métodos para a preservação da área:

·            Levantamento fotográfico

·            Análise microbiológica da água

·            Análise química do solo

·            Sondagem do local

·            Censo arbóreo próximo do lixão

DISPOSIÇÃO E DESTINO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS CIDADES: Um desafio da atualidade.

              O município de Andradina-SP possui aproximadamente 56.505 habitantes e está situado no Estado de São Paulo. Localiza-se na mesoregião de Araçatuba e microregião de Andradina, a uma latitude 20° 53′ 45″ S e a uma longitude 51° 22′ 44″ W e altitude de 405M.

              A economia da cidade é baseada especialmente na agricultura, os resíduos produzidos neste município são, em sua grande maioria, de origem domiciliar, seguido por aqueles gerados pelos agentes de saúde (seringas, agulhas, lâminas, bisturi). 

Legenda

   Mesoregião de Araçatuba

   Andradina

FIG.1- Mapa do estado de São Paulo com a mesoregião de Araçatuba-SP e a microregião de Andradina-SP

Fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:SaoPaulo_Municip_Andradina.svg

 

Localizado na Estrada Vicinal Emitério Castilho Teno, próximo ao perímetro urbano, o lixão de Andradina vinha ocasionando várias reclamações devido ao acúmulo inadequado de resíduo doméstico sem nenhum tratamento; ali o lixo urbano era depositado em uma área de 10,98 hectares (figuras. 2 e 3). A área do antigo lixão municipal, esta localizada no bairro jardim Europa, distanciando aproximadamente dois quilômetros do centro da cidade.

 

Segundo a CETESB (2006), 35 toneladas de lixo doméstico eram despejadas por dia sem cuidados especiais; de acordo com as normas ambientais determinadas pela CETESB, o lixão de Andradina (fig.4) não funcionava como um aterro, não havia cuidados para a impermeabilização do solo, a fim de evitar que o chorume desprendido do lixo durante sua decomposição atinja o lençol freático.

 

No mesmo local não havia também controle de entrada e saída de pessoas, que trabalham clandestinamente vasculhando o lixo para tirar seu sustento e também não existia controle de circulação de animais como: cachorros, gatos, porcos, cavalos e vacas das propriedades vizinhas, e nem de proliferação de insetos como: moscas, baratas e escorpiões, além do mau cheiro que se espalhava pela redondeza. Os próprios moradores, buscando resolver o problema do lixo, ateavam fogo no lixo acumulado, e com traziam riscos para a própria saúde como doenças respiratórias que era comum em pessoas das redondezas.

Além dos problemas ambientais, das doenças propiciadas pelo lixão, havia também conflitos sociais que ficavam evidenciados nas relações de trabalho e hierarquia do poder, porque até o lixo era uma questão de sobrevivência. Assim o lixo de maior valor pertencia aos mais fortes, aos catadores mais antigos, ficando as sobras para os mais novos.

Os catadores de lixo que moram nas imediações do lixão e até mesmo no próprio local, trabalhavam de acordo com a chegada dos caminhões abarrotados com entulhos diversos; uns transportando troncos e galhos de árvores provenientes de podas feitas nas ruas da cidade; outros chegando com entulhos de reformas das casas e resíduos domiciliares como resto de comida, latas, embalagens e outros. Esses tipos de resíduo eram aos poucos jogados neste terreno e isto ia aumentando o acúmulo de lixo.

Alguns resíduos eram considerados materiais de muito valor, como recipientes de alumínio, plásticos, garrafas pets, ferro, vidros, borrachas e fios, que podiam ter certa utilidade, além da quantidade de matéria orgânica que era depositada no local. As pessoas que sobreviviam com o material retirado do lixão passavam dias ou noites inteiras coletando materiais recicláveis e até alimentos para seu próprio consumo. Estes catadores trabalhavam em ambiente insalubre, nas piores condições e sem qualquer proteção, como botas ou máscaras.

O lixo doméstico de Andradina estava sendo recolhido de maneira inadequada por três caminhões basculantes e 20 funcionários temporários.

O problema do lixo urbano em Andradina parecia não ter fim. Era um problema crônico de muitos anos. Além de ter o pior tratamento de lixo do Estado, a cidade não fazia o transporte dos dejetos urbanos da forma correta.

Carregados em um caminhão basculante, mais apropriado para o transporte de terra, os sacos do lixo domésticos caíam da caçamba e se espalhavam pelas ruas. Era possível saber o trajeto que o caminhão fazia pelos sacos de lixo que iam ficando para trás e pelo chorume que caia da caçamba.

A Prefeitura estava fazendo a coleta e o transporte do lixo com três caminhões (fig.5) dois deles alugados, e uma equipe de 20 pessoas contratadas temporariamente, sob alegação que não tem frota, nem mão-de-obra suficiente para fazer os serviços. (SILVA Juliano, folha da região 12/09/2006).

 

Degradação do Meio Ambiente por resíduo urbano em Andradina-SP

O lixão de Andradina foi desativado por um decreto municipal no dia 07 de junho de 2008. O antigo lixão foi declarado como área de utilidade pública. A área serviu como local de disposição do lixo domiciliar e industrial, do serviço de limpeza pública (poda de árvores, entulhos de reformas das casas resíduos domiciliares como resto de comida, latas, embalagens e outros), e dos serviços da de saúde (hospitalar, clínicas médicas, farmácias, laboratórios etc.), o qual era apenas jogado no local sem nenhum tratamento. Cerca de trinta e cinco toneladas de resíduos era depositadas nessa área. O local servia também como um cemitério de animais contaminado com Leshimaniose. Está prática de disposição de resíduos sólidos, de origem doméstica, hospitalar e o resto de animais mortos jogados no lixão estariam causando graves danos ao meio ambiente e à saúde pública nos seguintes aspectos ambientais e sociais:

·        Descarte de lixo sem medidas preventivas à poluição da água, ar e solo;

·        Poluição das águas subterrâneas pela infiltração de chorume;

·        Poluição de águas fluviais pelo escoamento superficial das águas pluviais;

·        Poluição do ar pela exalação de odores e pela emissão de partículas após a queimada do lixo;

·        Impacto visual negativo pela exposição do lixo e seu espalhamento;

·        Ocorrência de vetores de doença com proliferação de insetos e roedores;

·        Pessoas vivendo em condições deploráveis de subsistência;

·        Habitat ideal para a proliferação de vetores como moscas, mosquitos, baratas, roedores, aves, etc. Alguns destes insetos são transmissores de doença como a dengue, febre amarela e de leishmaniose.

Entre os 645 municípios paulistas, Andradina foi a que recebeu pior nota no Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares divulgados pela Cetesb em 2006 (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental): com nota 1,3, o que lhe rendeu, pelo 9º ano consecutivo, o conceito de 1,3. A região de Araçatuba apresentou um progresso na destinação correta do lixo domiciliar. O mesmo sobre a disposição dos resíduos sólidos revela que 58,1% das cidades da região tratam adequadamente o lixo.

No ano passado, as cidades cujos programas de destinação do lixo doméstico eram considerados adequados somavam 30,2% do total de municípios da região. Enquanto o percentual de cidades adequadas às normas ambientais subiu, a quantidade de municípios inadequados caiu de 44,1% para 25,1%. \\\"O trabalho da Cetesb consiste em continuar agindo para fiscalizar e orientar os municípios que ainda não atingiram as notas ideais, porque não se adequaram aos padrões técnicos exigidos\\\", afirma José Maria Morandini Paolielo, gerente-regional da Cetesb. 

O mesmo progresso é verificado no Estado de São Paulo. Em 2004, 253 (39,2%) dos 645 municípios tinham um serviço considerado adequado pela Cetesb. No ano passado, esse número aumentou para 313 (48,5%). O relatório também mostra que houve aumento na quantidade de lixo cuja destinação é considerada adequada. Das 27,5 mil toneladas de lixo produzidas por dia no Estado, 79,2% foram encaminhados a um destino apropriado em 2004.  Em 2007, 80,2% das 27,9 mil toneladas receberam destinação adequada.

Os dados utilizados no estudo são levantados durante as inspeções freqüentes que a Cetesb realiza nos aterros e lixões de todos os 645 municípios paulistas. São verificados cerca de 50 itens, como as características do local de disposição do lixo (isolamento, condições do sistema viário, material para recobrimento do lixo, permeabilidade do solo, etc.), infra-estrutura (drenagem de gases tóxicos, tratamento do chorume, etc.), operacionais (presença de catadores clandestinos, animais, pragas, etc.).

Segundo dados da Cetesb, a avaliação realizada em junho de 2008 revela que dos 137 municípios com classificação inadequada em 2007, 59 municípios (43% foram reclassificados, sendo que 41 passaram para condição controlada e 18 para condição adequada).

O município de Andradina possuía o IQR (índice de qualidade de aterro de resíduo), Andradina só atingiu 9,1 em 2008 por que a prefeitura terceirizou a limpeza urbana.

 

IQR (índice de qualidade de aterro de resíduo)

2006

          2007

          2008

           1,2

           2,4

            9,1

 

Hoje a empresa que é responsável pela administração do lixo de Andradina é a Constroeste Construtora e Participações LTDA, de São José do Rio Preto, contratada pela Prefeitura para administrar o lixo domestico da cidade; a empresa aterrou (fig.6) todo o lixo depositado no local, hoje a área se encontra desativa é cercada.

 

 Proposta de Revitalização do lixão de Andradina

Revitalizar a área do lixão de Andradina consiste em recuperar e conservar a área que foi degradada, retomando sua característica natural e protegendo o solo contra a lixiviação e a erosão, além de reviver o local. A área degradada atinge cerca de 10,98 hectares e o número ideal de árvores a serem plantadas, por hectare, deve ser 2.500, perfazendo um total de 11.250 mudas.

A prefeitura municipal de Andradina isolou e cercou a área para impedir o acesso não autorizado de pessoas ao local do antigo lixão. A proposta é revegetar a área com espécies nativas da região, tomando cuidado com arvores frutífera por causa da contaminação do solo devido o acúmulo do lixo. Para a revegetação estaremos utilizando nas primeiras etapas a utilização de espécies pioneiras como: (aroeira-vermelha, angico-branco, pau d´alho, paineira, imbaúba, peroba rosa, buriti, açoita-cavalo, amendoim-falso, jacarandá, peito de pomba) que preparam o terreno para árvores mais exigentes, e aquelas que, pelo seu rápido crescimento e frutificação, atraem a fauna silvestre que, atuando como dispersora de sementes acaba comportando-se como uma aliada da própria recuperação ambiental.

Nesta área ocorreu o desgaste do solo muito grande por isto é importante plantar as espécies de árvores leguminosas arbóreas que ajudam na recuperação do solo criando condições para o desenvolvimento das espécies mais exigentes.

 

 CONSIDERAÇÔES FINAIS

A responsabilidade ambiental em relação ao descaso do lixo doméstico da nossa cidade de Andradina, vinha se agravando com o passar do tempo. Vivemos em uma sociedade consumidora onde o aumento da população e a procura por produtos industrializados acaba gerando o acúmulo de lixo em lugares impróprios. Muito deste material pode ser recuperado como matéria-prima e reutilizado na fabricação de novos produtos. Através da coleta seletiva é possível transformar o lixo urbano em fonte de renda, isto ajudaria a aumentar a vida útil dos aterros sanitários e evitar o desperdício. Reciclar é transformar o lixo em matéria-prima para a indústria, sem que haja necessidade de novas extrações. Para que isto aconteça é preciso que a população e as autoridades municipais se conscientizem da importância da separação do lixo, implantando campanhas de educação ambiental nas comunidades dos bairros e nas escolas. A maior parte da população não coopera com as questões ambientais devido à falta de informação. Não pode haver conservação nem preservação ambiental sem educação, pois esta constrói no indivíduo e na coletividade uma consciência de mudança de comportamento e atitudes que visam priorizar o meio ambiente.

Lidar com o problema do lixo de uma forma positiva, não é fácil e nem suficiente para resolver o problema, fazer com que a população se conscientize é um processo lento e difícil.

Pode-se concluir que, para manter a qualidade de vida e até mesmo a vida sobre a Terra, as sociedades humanas devem mudar radicalmente sua postura em relação ao meio ambiente. A educação ambiental é um processo de conscientização; as pessoas precisam aprender a mudar seu relacionamento com o meio ambiente.

Nossa esperança é de que por meio da educação ambiental possamos atingir o grau de conscientização e equilíbrio em prol da preservação do meio ambiente, do desenvolvimento sustentável e principalmente, da qualidade de vida das pessoas. Onde há qualidade de vida, há cidadania e direitos humanos assegurados. (GRIPPI, 2001).

 

Referências

BRAGA, Benedito et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2ª reimpressão. São Paulo: Ptrentice Hall, 2004.

CETESB-Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo. Inventário Estadual De Resíduos Sólidos Domiciliares. Relatório de 2003.

DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 2. ed. Ao Paulo: Signus Editora, 2000.

FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. Tradução Dejurgen Heinrich Maar. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária; Springer; Editora da Universidade de São Paulo, 1980.

JULIANO, Silva. Lixo é levado de forma inadequada. Folha da Região, http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?56878

LORENZI, Harri. Árvores brasileiras. 4. ed. Nova Odessa-SP: Instituto Plantarum. 2002.

              JULIANO, Silva. Lixo é levado de forma inadequada. Folha da Região, http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?56878

MIRACELLY, Karenine. Andradina tem o pior tratamento de lixo. Folha da Região, http:// www.folhadaregião.com.br/noticia?52444 data de acesso 20/10/2008.

 

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